"Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta." — Carl G. Jung
Paulista, nascido em Santo André, aos 47 anos carrego uma vida inteira de observação atenta do comportamento humano. Antes de encontrar meu caminho na psicanálise, vivi quase vinte anos como músico profissional, o que me levou a conhecer o Brasil inteiro e mais de 38 países e culturas — uma jornada que me ensinou, na prática, sobre as complexidades da alma humana e sobre as questões egoicas que atravessam as relações.
Cada ser humano é um universo, e deve ser tratado e compreendido como tal.
Retornei aos estudos com um propósito claro: compreender o sofrimento psíquico com profundidade, não apenas com a rapidez que a formação generalista costuma exigir. Hoje dedico-me integralmente aos Estudos Psicanalíticos, sustentando minha prática sobre o tripé estrutural da psicanálise.
Iniciei a graduação em Psicologia em 1999, pausada na época pela carreira na música. Retornei em 2024 e, já no terceiro ano, deparei-me com uma frustração diante da amplitude genérica e da brevidade com que a Psicologia trata de inúmeros temas — muitos dos quais cada profissional escolhe, ao final, não seguir. Diante disso, tomei a decisão de migrar minha graduação para os Estudos Psicanalíticos, mantendo em paralelo os cursos nas áreas em que tenho interesse real de atuação.
A Psicanálise sempre foi meu grande objetivo. O plano inicial era chegar até ela por meio de uma pós-graduação e, futuramente, de um doutorado após a graduação em Psicologia. As circunstâncias mudaram o caminho — mas não mudaram o destino.
Acredito em uma psicanálise contemporânea: aberta ao diálogo com os avanços científicos, respeitosa às neurodivergências, e integrada ao trabalho conjunto com a Psicologia e a Psiquiatria quando necessário. Meu propósito permanece o mesmo: contribuir para o cuidado e a compreensão do sofrimento psíquico humano com ética, responsabilidade e sensibilidade — ajudando cada pessoa a compreender um pouco mais do seu subconsciente, da sua alma, ou como preferir chamar. A cura é o norte; a diminuição do sofrimento e a compreensão comportamental são o caminho.
O espaço clínico dedicado ao encontro entre analista e analisando.
Casos discutidos, de forma anônima e ética, com uma banca de psicanalistas experientes.
Todo psicanalista precisa, também, fazer sua própria análise com outro profissional.
"Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta." Carl G. Jung
A psicanálise de orientação junguiana enxerga o ser humano não apenas através de seus sintomas, conflitos ou dores imediatas, mas como um indivíduo em busca de sua totalidade. O inconsciente não é apenas um depósito de traumas reprimidos; ele é também uma fonte rica de sabedoria, criatividade e caminhos para a cura.
Nesta abordagem, trabalhamos para compreender as dinâmicas invisíveis que regem suas escolhas, relacionamentos e angústias — investigando não apenas a sua história pessoal, mas também os símbolos, os sonhos e os padrões repetitivos que se manifestam no dia a dia. O objetivo é o processo de individuação: o resgate de quem você realmente é, integrando todas as suas partes, inclusive aquelas esquecidas ou rejeitadas ao longo da vida.
Iniciar uma análise é um compromisso corajoso com a sua própria verdade.
Um ambiente clínico estritamente confidencial, livre de julgamentos morais ou fórmulas prontas de autoajuda.
Os sonhos são ferramentas fundamentais de comunicação do inconsciente — aprendemos a decifrar essa linguagem simbólica.
Olhar de frente para fraquezas, medos e sombras, para que deixem de governar a vida de forma automática e inconsciente.
Uma jornada dialética, não um monólogo — buscando não uma cura artificial, mas autonomia real diante da vida.
Atendimento também para pessoas que vivem fora do Brasil e têm o português como idioma principal.
Estudo essas questões de perto e compreendo, também por experiência própria, os desafios ligados à neurodivergência.
Uma escuta que parte da vivência real — já enfrentei minhas próprias mazelas nesse território.
Pessoais e profissionais, nas mais diversas fases da vida — décadas de convívio com pessoas de culturas e realidades distintas me ensinaram a compreender essas dinâmicas em profundidade.
Vivi um ano na Itália e um ano nos Estados Unidos, e conheço de perto os prós e contras dessa jornada — incluindo a solidão e a saudade que ela pode trazer.
O primeiro contato é simples: uma conversa pelo WhatsApp para entender sua necessidade e agendar a primeira sessão.
Agendar pelo WhatsApp